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22 de julho de 2010

Festa da Cerejeira


Não, esta foto não é no Japão. Ela foi tirada na Festa da Cerejeira, que acontece todo ano no Parque do Carmo. Danças típicas japonesas são exibidas e comidas orientais garantem sua estadia prolongada no parque. Mas o que leva as pessoas até lá é o Hanami, contemplação das flores, no bosque de aproximadamente 1.500 cerejeiras. Neste ano a festa acontecerá no dia 1º de agosto de 2010, das 9h às 17h,  Av. Afonso de Sampaio e Souza, 951 - Itaquera - São Paulo.
 Inspire-se: para entender um pouco mais sobre o papel da cerejeira na cultura japonesa assista ao  filme Hanami - Cerejeiras em Flor, que está em cartaz no Frei Caneca.

14 de julho de 2010

Quem pode, pode.


Tem muita gente fazendo comida boa por aí. Outros, nem tanto. E quando digo isso, não penso na garfada propriamente dita. Os efeitos da comida não se limitam às papilas gustativas. Não. Tem que  ter de tudo um pouco, do aspecto material ao emocional, passando pelos cinco sentidos: tato, olfato, visão, paladar e audição. Assim eu posso medir o que é comida boa, que me agrada e satisfaz.
Sábado fui ao Mercadão de São Paulo. Lotado. Um burburinho bom. Burburinho de gente feliz. Daqueles que só não irritam porque todos estão imbuídos do mesmo objetivo que você: comer, comer e comer. E a lotação não se limitava às dependências do mercado. Tudo em volta estava tomado por um mar de gente. Uma grande procissão. Devotos da gula a serviço do prazer.
Pastel, sanduíche de mortadela, coxinha, suco, água de coco, salame, presunto, queijo, azeitona verde, azeitona preta, azeitona roxa, amendoim, amêndoa, damasco, passas, bacalhau, peixe, polvo.  Manga, morango, pitaia, atemoia, jabuticaba, melão, mamão, limão. Pé de porco, paio, lombinho, feijão, lentilha, macarrão e sei lá mais o quê. As mais variadas tonalidades. Os mais variados aromas.
Mas um cheiro se destacava e acionou meu cérebro: casa da nona, casa da mama.  E tal qual um personagem de desenho animado que flutua atrás de um cheirinho bom, cheguei lá  no box 13, da Balsâmico Rotisseria.
 Uma panela gigante de molho borbulhava bem na minha frente. Acho que cabia uns 10 litros. Ao lado, duas senhoras focaccias, uma de calabresa e outra de bacalhau. Abraçando tudo isso, o pai, o criador, o rei. Não, não. Ele não estava de capa vermelha, nem usando uma coroa. Vestia um avental xadrez branco e vermelho, e cortava a focaccia, mexia o molho e servia o delicioso ravioli de queijo com zátar. E sorria, conversando com todo mundo. Até me falou para comer a focaccia com a mão. Acatei. Se não, como eu sentiria a maciez do pão? A cebola que caia eu podia por de volta, encaixar na calabresa e mandar ver! Mandei ver. Lambi os dedos. Me senti na Itália, no Mercado Sant'Ambrogio de Firenze.
E o rei, o criador desse pedaço de paraíso, é de carne e osso e chama Roberto Eid. E  descubro que ele tirou nota dez em doces e nota dez em salgados na Cordon Bleu! Falando em doces, não posso esquecer que tem a quiche de chocolate, manjar dos deuses. É levar pra casa, guardar no congelador e tirar apenas cinco minutos antes de servir. Comida boa é assim: faz quem pode. E quem pode, pode. Quem não pode....




Anote aí: Balsâmico Rotisseria, Box 13 do Mercadão, na Rua da Cantareira, 306, tel. (11) 3326-7689. O quilo das massas recheadas sai em média R$ 45,00 e a quiche de chocolate custa R$ 30,00.  Tem também tortas e quiches salgados. Para comer lá, só aos sábados. Pedaço de focaccia a  R$ 3,00 (100 grs.).

7 de julho de 2010

Quando menos é muito mais: o restaurante de um prato só

Surpresa: prazer inopinado que nos causa a vista de pessoa ou coisa agradável, com que não contávamos (definição do Michaelis). Como é bom ser surpreendido. Não que eu esperasse pouco do Bistro L'entrecôte de ma Tante, restaurante do francês Olivier Anquier. Pelo contrário. Li na Folha de São Paulo há cerca de um mês que os chefs Benny Novak (Ici Bistrô, Tappo e 210 Diner) e Raphael Despirite (Marcel) gostam de comer a batata frita de Olivier Anquier. Indagado acerca da receita, Anquier disse não revelar o segredo para preparar a iguaria. Bingo. Luz vermelha acesa e piscando no meu cérebro: L'entrecôte de ma Tante, L'entrecôte de ma Tante. Logo eu, que nunca peço batata frita. Mas já experimentei a do Beny Novak, no 210 Diner, e é de matar, tal a crocância das benditas. E a do Fifties, também elogiada pelo Benny, me agrada bastante. O duro é aguentar os adolescentes que frequentam a lanchonete da Vilaboim. Mas isso é outro assunto.
Lá fui eu, como um soldadinho comandado por um cérebro louco em busca de serotonina. Lindo. O restaurante é lindo. Mas estou tensa. Sou convidada a aguardar no bar. Mal consigo sentar. Estou exatamente igual a um bebê de colo que começa a ter firmeza para ficar de pé. Física e mentalmente: meus joelhos não dobram e a ansiedade atinge níveis estratosféricos. Minha mesa fica pronta. Ufa, parei de suar. Sim, estou sozinha, respondo enquanto penso: ainda bem, porque ninguém é obrigado a aguentar essa minha loucura.
Anquier entra no restaurante e é só sorrisos. Casa cheia. Travessas de batata-frita circulam no salão. Aceita mais? A garçonete perguntou para a mesa do lado se queriam mais batata! Escutei direito? Mais batata?!?!?! Me falta maturidade para estar aqui. Anquier vem à minha mesa, para comunicar que sim, posso fotografar. Explico porque estou ali, a reportagem na Folha, a receita secreta, os elogios tecidos pela minha cunhada cujo paladar não é fácil de agradar. Sereno, ainda com sorriso nos lábios, ele diz que não vou me arrepender.
Chega a saladinha verde, exatamente como na França: tempero delicioso, acho que com mostarda Dijon, um pouco de nozes picadas. Deliciosa. O garçom pergunta como quero o ponto da minha carne. Como vocês sugerem? Ao ponto, ele diz. Isso, ao ponto.  Eis que chega, o Entrecôte de ma Tante. A carne vem realmente ao ponto, é só olhar: ela não nada em sangue, mas está com a cor viva, rosada. Cansei de ir em lugar especializado em carne, pedir ao ponto e  vir  pra lá de bem passada. Apelidei de "p.c.", picanha cinza. Sem mais devaneios. A carne é bem macia e seu molho, divino! Apimentado e salgado na medida certa. Acho que tem pimenta verde. Sei lá, e não importa. É surreal. E então, esfrego as batatinhas fininhas e crocantes no molho e levo uma garfada caprichada à boca. Meu Deus, essa tante (tia, em francês) do Olivier, Nicole, deveria ser canonizada. Não encostei no saleiro ou no pimenteiro.
Passa a garçonete e digo sim, aceito mais batata. E no auge do prazer, toca  Piaf no rádio. Acho que tocou. Eu ouvi. L'amour, l'amour. E tudo fica muito claro para mim: o segredo bem guardado, a decisão de servir um único prato,  a receita de família, a paixão pela culinária, o elogio de Benny e o sorriso  persistente de Anquier. Auto confiança. Valorização do prazer à mesa. E ele vem até mim: e aí? Sem palavras,  digo eu. Ele balança a cabeça, positivamente. Mal sabe ele quanto tempo eu não ficava assim, de queixo caído. Comeria esse prato duas vezes por semana. E na mesa ao lado pediram sem o molho. Que desperdício. Quase pedi o molho deles num potinho para levar para casa. 
E vem a mousse de chocolate perambulando pelo restaurante, num pote tamanho família. Penso de novo na minha falta de maturidade: vou pedir para o garçom parar na primeira colher. Na hora "h", não consigo. Duas colheradas gigantes de Royal de Chocolate. Macia, leve e nada enjoativa, ao contrário do que se vê por aí. Cafezinho e acabou. 
E então, com um sorriso no rosto igual ao de Anquier sigo feliz para casa, tendo compreendido exatamente o alcance da máxima "menos é mais".... muito mais.




6 de julho de 2010

Olea Mozzarela Bar

O Olea Mozzarela Bar, embora tenha "bar" no nome, é um restaurante e oferece ao cliente buffet de saladas e de pratos quentes (R$ 38,00 por pessoa), tudo com nítida inspiração italiana.
O destaque fica para a vitrine de saladas - assim é chamada pelos funcionários da casa - repleta de ingredientes orgânicos, tão frescos que se não estivessem à vista você acreditaria que sairam da horta dois minutos antes de ir para o seu prato. Além de mais de seis tipos de folhas, há quatro tipos de tomates, mini-rabanete, mini-milho, cenoura, pepino, cebola roxa, erva-doce, azeitonas, frutas secas e alguns tipos de castanhas. 


As suculentas mussarelas das marcas La Bufalina e Búfalo Dourado estão disponíveis em diversos tamanhos e preços (a média custa R$ 5,00 a unidade). 


A escolha do tempero fica por conta do freguês. Não é barato, mas saiba que você está pagando o preço pela excelência da mussarela e dos produtos orgânicos. E posso garantir: salada assim, só vi comi na Toscana. Inexplicável mesmo só o preço do suco de tangerina, por R$ 7,00 o copo.
Anote:  Rua Joaquim Antunes, 198 - tel. (11) 3062-1535.

Aniversário de 2 anos da Stuzzi

A Stuzzi Gelateria Italiana faz aniversário e quem ganha o presente é você.  No dia 24/07, leve dois quilos de alimento não perecível e troque por uma bola de sorvete (sabores tradicionais). É uma boa oportunidade para conhecer ou voltar lá, não? E você contribui com a instituição Amigos do Bem. Congratulazioni, Stuzzi!

27 de junho de 2010

O sabor da Sicília em SP

Buon Giorno!!! Assim você será recebido pela simpática e sempre disposta Dona Helena,  brasileira  e esposa de siciliano, que há 10 anos coordena a cozinha do restaurante siciliano Taormina, instalado num quarteirão tranquilo da Alameda Itú, entre a Rua Pamplona e a Av. Nove de Julho. Ela faz questão não só de circular entre as mesas, mas também de explicar pessoalmente aos clientes os pratos que estão disponíveis no dia - não há cardápio escrito.

De entrada, Caponata Siciliana: rolinho de berinjela - que tem uma consistência inacreditável, pois se dissolve na boca, recheado com azeitonas verdes e ricota defumada, coberto de molho de tomate - acidez zero, perfeito! Há outra versão com berinjela a milanesa.

 Caponata
 
Alguns dos pratos principais são fusili com molho de linguiça, nhoque com molho ao sugo ou bolonhesa e o exótico mafioso, cuja massa em forma de rodinha chamada Ditalini - vem direto da Sicília para o Brasil -  é coberta com cubos de  berinjela, ricota defumada, molho de tomate e manjericão, e deve ser comido com colher. Se é bom?!?! É fabuloso!

Mafioso, para comer de colher

Depois, algumas fatias de fruta para limpar o paladar e, na sequência, café à moda italiana, acompanhado de cannoli, esse delicioso rolinho de massa crocante e recheio com creme, com um leve sabor cítrico.

Canolli

Como explica Dona Helena, o restaurante é simples e a comida, caseira. "É para se sentir na casa da nona." E é a mais pura verdade!

Anote: Alameda Itú, 251, tel. 3253.6276, de seg./dom. para o almoço, cardápio a R$ 28,00, sem bebida.

21 de junho de 2010

Sabores inusitados na Stuzzi

A Sorveteria Stuzzi, na Vila Madalena, sempre altera o cardápio, já que procura usar ingredientes da estação, aproveitando aquilo que cada um tem de melhor. Neste mês, provei o de doce de leite com amêndoas torradas ao sal e o de passas com vinho santo e pinoli. Esse último, pra mim, é imperdível ... mas ainda não ganha do meu queridinho zabaione com amarena!
Mais sobre Stuzzi aqui.

Maria Brigadeiro: eu amo!


A Maria Brigadeiro está ainda mais deliciosa. Antes só trabalhava sob encomenda e atendia com hora marcada em uma casa de vila bem charmosa, na Rua Cristiano Viana. Há pouco mais de dois meses abriu também nas redondezas uma loja na qual você pode observar através de uma parede de vidro a equipe trabalhando a todo vapor, produzindo alguns (por volta de 10 ou 12) dos mais de 40 sabores de brigadeiro do cardápio. E só passe vontade se quiser: os brigadeiros da chamada "Carta do dia" estão ali, prontinhos para irem embora com você. Recomendo o exótico Massala, feito com chocolate ao leite e especiarias indianas. Como não podia deixar de ser, o lugar é super simpático e de extremo bom gosto. Passa lá: Rua Capote Valente, 68, Pinheiros.

17 de junho de 2010

Loja grátis: isso existe!


Importando o conceito já existente na Europa, nos Estados Unidos, no Japão e na China para pesquisa de mercado, o Clube Amostra Grátis, aberto há pouco mais de um mês na Vila Madalena em São Paulo, já contava com 7 mil clientes inscritos antes mesmo de sua inauguração.
O funcionamento do Clube é simples. Em primeiro lugar, você deve fazer o cadastro pela internet e pagar a taxa anual de R$ 50,00. (Atenção: se for à loja sem inscrição, não conseguirá levar nada para casa. O cadastro e o pagamento da taxa anual só podem ser feitos pela interne.)
Depois, ao dirigir-se à loja o associado poderá escolher até cinco produtos por mês, de acordo com um sistema de cores: os produtos nas prateleiras são identificados pelas cores vermelho, amarelo e verde e mensalmente o associado terá direito a até 01 produto vermelho, até 02 produtos amarelos e até 05 produtos verdes. No mês seguinte, para efetuar a nova escolha, o associado deve ter respondido pela internet as pesquisas dos produtos escolhidos no mês anterior.
Os fornecedores que têm contrato com o Clube podem manter seu produto na loja por um período mínimo de 15 dias e máximo de 2 meses, garantindo, assim, a variedade de mercadorias.
Nas prateleiras você pode encontrar deste condicionadores de cabelo e desodorantes até sorvetes, passando por produtos como café solúvel, macarrão instantâneo e ração para gato.
Quer saber se vale à pena? É relativo. Eu não como comida instantânea nem tenho gato, mas provaria os vários sorvetes da marca Garoto que estavam disponíveis na loja hoje. Dê um pulinho lá: Rua Harmonia, 213 - seg./sab., das 10 às 19h.

E vem mais por aí: Em breve (a promessa é para junho), a Sample Lab, que é sucesso no Japão desde  2007 abrirá sua franquia em São Paulo, na Rua Augusta. A Sample Central Brasil é resultado da parceria entre o Instituto de Pesquisas IBOPE, a Agência de Promoções Bullet, os Publicitários Celso Loducca e João Pedro Borges Badue e os fundos de investimentos DGF Investimentos e Calés Investimentos. Aguarde!

9 de junho de 2010

O Dia da Saia: último dia do Festival Varilux

A questão tratada não é inédita, pelo contrário. A intolerância religiosa, étnica e cultural, latente entre os adolescentes que vivem na França, já foi objeto do filme Entre os Muros da Escola. Aqui, a trama se dá também entre os muros da escola, exibindo a fragilidade do sistema educacional e a violência a que alunos e professores estão expostos diariamente: rebeldes sem causa - e não digo "sem causa" porque os motivos deles mereçam ser ignorados, pelo contrário, mas certamente sua causa não é a que alega, qual seja, a religião - que trazem armas à sala de aula, que sentem ódio uns dos outros, que só pensam em se vingar a qualquer custo, e de quem quer que seja. Ódio da diferença, ódio da miséria, ódio do sofrimento. Solução? Não, o filme não tem esta pretensão. Com um desenrolar para lá de trágico, fica apenas o aviso: o problema está longe de acabar.
No Festival Varilux, que acaba amanhã, você ainda pode assistir a este filme às 14h no Frei Caneca e às 18h no Reserva Cultural.
Título: Le journée de la Jupe
Direção: Jean-Paul Lilienfeld
Com: Denis Podalydès , Isabelle Adjani , Yann Collette
Comédia dramática - 1h28 - 2008
(Faixa etária 14 anos)

2 de junho de 2010

Hanami - Cerejeiras em Flor: o Paraíso é onde a felicidade está


Faz tempo que queria ter assistido ao filme Hanami - Cerejeiras em Flor. Na verdade, desde a Mostra de Cinema de São Paulo de 2008. Não deu ou simplesmente não era para ser. O fato é que esta semana, mais de um ano e meio depois de o filme ter sido exibido na Mostra, consegui ver. Aliás, não é um filme só para ver, é um filme para sentir ... é daqueles que causa pontada no peito e nó na garganta. Primeiro, porque trata do forte elo estabelecido entre o casal que vive a quarenta anos juntos, e a dor causada pela simples possibilidade da perta deste elo. Depois, porque toca em questões familiares cotidianas, mas nem por isso menos complicadas: o filho que mora longe e não vem nunca, os pais que não encontram mais lugar na vida dos filhos, os filhos que não tem tempo para os pais, o distanciamento, as saudades, a culpa, os sonhos realizados e outros abandonados.
Além de tudo, lança sutilmente uma questão que merece ser refletida: o Paraíso é onde a felicidade está. Em outras palavras, o Paraíso não é físico, mas sim um estado de espírito.
Direção de Doris Dorrie. Alemanha, 2008. Espaço Unibanco Pompéia 10, 13h50.

30 de maio de 2010

Cinema francês: Festival Varilux acontece em 9 cidades do Brasil

De 2 a 10 de junho acontece o Festival Varilux, onde serão exibidos em pré-estréia 10 filmes franceses, em 9 cidades do Brasil: São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Brasília, Curitiba, Fortaleza, Porto Alegre, Recife e Salvador. O Festival realizado pela Unifrance com apoio da Embaixada da França no Brasil e da Delegação das Alianças Francesas, já na terceira edição, contará com a presença de atores e diretores em algumas sessões. Confira abaixo os filmes que serão exibidos e acesse o site do Festival Varilux para informações completas acerca da programação.

8 Vezes de Pé (8 Fois Debout)
Direção: Xabi Molia
Elsa vive de bicos e tenta conseguir um emprego fixo para obter a guarda do filho. Mathieu, seu vizinho, coleciona  entrevistas de emprego. Os dois insistem em se levantar todos os dias, em um mundo que não parece feito para eles.

O Pequeno Nicolau (Le Petit Nicolas)
Direção: Laurent Tirard
O garoto Nicolas leva uma vida tranquila. É muito amado por seus pais e tem uma turma de amigos com quem se diverte bastante. Para ele, nada precisa mudar. 
Mas um dia, Nicolas ouve uma conversa entre seus pais que o faz achar que a mãe está grávida. O menino entra em pânico e já imagina o pior: tão logo nasça um irmão, seus pais deixarão de lhe dar atenção e vão abandoná-lo na floresta, como as histórias do Pequeno Poucet, de Perrault.

Coco Chanel & Igor Stravinsky (Coco Channel & Igor Stravinsky)
Direção: Jan Kounen
Paris, 1913. Coco Chanel está completamente dedicada ao trabalho e vive uma grande história de amor com o rico empresário Boy Capel. Mas, no Teatro des Champs Élysées, Igor Stravinsky apresenta o Sacro da Primavera e Coco se apaixona.

Faça-me Feliz (Fais-moi Plaisir!)
Direção: Emmanuel Mouret
Para salvar seu casamento, uma mulher propõe que o seu marido tenha um caso com uma outra mulher. Relutante em um primeiro momento, ele acaba cedendo às pressões “em nome do amor”. Mas, quando o marido vai se encontrar com a amante recomendada, descobre que se trata da filha do presidente da República.

Hadewijch (Hadewijch)
Direção: Bruno Dumont
Marcada por sua fé cega, Hadewijch, uma noviça, é mandada para fora do convento pela madre superior. Hadewijch se torna, então, Celine, uma jovem parisiense filha de um diplomata. O seu amor apaixonado por Deus, a sua raiva e o seu encontro com Yassin e Nassir a levam, entre a graça e a loucura, a caminhos perigosos.

O Dia da Saia (La Journée de la Jupe)
Direção: Jean-Paul Lilienfeld
Um dia, uma professora exausta faz seus alunos réfens.

O Profeta (Un Prophète)
Direção: Jacques Audiard
Condenado a seis anos de prisão, Malik El Djebena, meio árabe, meio córsico, é analfabeto. Ao chegar à prisão, totalmente sozinho, ele, com 19 anos, parece mais jovem e mais frágil que os outros presos. O líder da facção dos córsicos dá a Malik uma série de “missões” a serem cumpridas. Ele aprende rápido e se fortalece, ganhando a confiança do chefe da facção. Malik usa, então, toda a sua inteligência para desenvolver discretamente o seu plano.

O Refúgio (Le Refuge)
Direção: François Ozon
Mousse e Louis são jovens, lindos, ricos e se amam. Mas a droga tomou conta da vida deles. Um dia, Louis morre de overdose. Mousse sobrevive e descobre que está grávida. Perdida, ela foge para uma casa longe de Paris. Alguns meses depois, o irmão de Louis a encontra nesse refúgio.

Oceanos (Océans)
Direção: Jacques Cluzaud e Jacques Perrin
Filmado nos quatro cantos do mundo, o longa mostra como é nadar a dez nós ao lado de um cardume de atuns caçando, como acompanhar os golfinhos e como nadar com o grande tubarão branco. O filme Oceanos é sentir-se um peixe entre os peixes.

Um Novo Caminho (Le Dernier pour la Route)
Direção: Philippe Godeau
Hervé, dono de um agência de notícias, decide se livrar da dependência do álcool. Longe de tudo e graças aos outros, ele consegue lutar e começar uma nova vida.

28 de maio de 2010

Nova loja Valrhona no Brasil: entre os melhores chocolates do mundo

A Valrhona é uma marca francesa de chocolates, originária de L'Hermitage, cidade próxima a Lyon, que existe desde 1922. Ao selecionar matéria-prima de qualidade em diversos países como Equador, Venezuela e República Dominicana, a grife garante variedade e excelência no sabor, e posa entre as mais conceituadas chocolateries do mundo.
Desde janeiro há um quiosque no Shopping Iguatemi, mas a partir de hoje você já pode experimentar as delícias na loja-conceito da grife, nos Jardins. Além das barras, diversos tipos de bombons (indico os de abricot e caramelo salgado, deliciosos!) e sobremesas. Mas prepare o bolso: os bombonzinhos custam R$ 5,00 cada e as sobremesas, R$ 25,00. Agora, se você é amante de chocolates, não vai deixar de provar, vai?!?
Alameda Lorena, 1818, de seg./sáb. das 10 às 22 h e dom. e feriados das 14 às 20h.

Confira a crítica dos filmes que quer assistir

Assisti ontem no Reserva Cultural, um dos meus cinemas favoritos, ao filme francês Madeimoselle Chanbon. O filme é realmente fantástico. Triste, mas de uma sensibilidade sem fim. Vale à pena, tem que assistir. Quando perguntei ao meu primo, que escolhera o filme, porque havia escolhido este, ele mencionou que estava com indicação de 100% no site Rotten Tomatoes. Cheguei em casa e fui conferir. O site é muito legal: os filmes bem cotados tem um tomatinho vermelhinho e os ruins são indicados com um tomatinho verde, podre! Daí o nome: Rotten Tomatoes, que quer dizer, tomates podres.

1 de maio de 2010

Orquidário do Morumby: exposição em homenagem ao dia das mães


O Orquidário do Morumby presta homenagem às mães com exposição de 1 a 16 de maio. A entrada é franca, mas você também será bem-vindo se doar 1 Kg de alimento não perecível.
 Fica na Av Professor Vicente Rao, 1513, ter/sab das 9 às 19h e dom. das 9 às 17 h, tel. 5041-2391

Guilherme Kramer participa de exposição nos dias 1 e 2 de maio

Smoking Heads é o nome desta obra de Guilherme Kramer. Em seu site, o artista descreve sua arte:
"Meu desenho é uma espécie de máquina de tortura, cada vez que vou para o papel, jorra sangue preto. Pintar e desenhar é isso que importa nesse momento, não tenho a mínima idéia de qual vai ser meu próximo tema, ou meu próximo desenho. A única coisa que sei é que quando terminar, vou querer fazer mais e mais."
A exposição dele e de outros artistas acontece hoje e amanhã, das 14h às 20h, Rua dos Cariris, 421.

21 de abril de 2010

A minha SP: Bairro da Liberdade


O Bairro da Liberdade foi um dos primeiros lugares que "descobri" quando me mudei para São Paulo, há 15 anos. O verbo descobrir é utilizado propositadamente. Estagiária em escritório de advocacia, vestindo meia-calça, saia e blazer, comecei a perceber que, depois de gastar sola de sapato nas escadas do Fórum João Mendes e perder tempo nas imensas filas de pesquisa processual no Tribunal de Justiça, podia e merecia flanar pelo centro de São Paulo. Foi assim que surgiram na minha vida os cogumelos frescos e as balas de leite das mercearias japonesas, os restaurantes tradicionais em que é preciso tirar os sapatos para se sentar e o sushi man te cumprimenta em japonês, o império dos cosmésticos chamado Ikesaki e o mundo à parte dos acessórios e ferramentas para cozinha. Para te ajudar a bater pernas por lá, fiz um roteiro dos meus lugares preferidos.

- Marukai: supermercado com tudo o que você puder imaginar em produtos japoneses e frutas e legumes de ótima qualidade. Também tem uma variedade grande de caixinhas e tapewares de todos os tamanhos. Rua Galvão Bueno, 34 - tel. 3341-3350.


 - Ikesaki: rei dos comésticos, vende de secadores de cabelo a lixas de unha, passando por marcas importadas de sprays e mousses para o cabelo.Tem dois endereços no bairro: Galvão Bueno e Praça da Liberdade- seg./sex. 8:15/18:45, sáb. 8:15/17:45, dom. e feriados 11/16:45.

- Diva - pequeno stand dentro de uma galeria ao lado da Ikesaki, tem maquiagens importadas a bom preço. Rua Galvão Bueno, 37 - tel. 3208-0705.

- Tsuruya no Futon - especialista em futons, tem aqueles com estampas tradicionais. Rua dos Estudantes, 49 - tel. 3209-0668.


- Futon & Home: futons e almofadas com estampas modernas e artigos para decoração. O outlet da marca fica nesta loja. Rua dos Estudantes, 55 - tel. 3208-1518, seg./sáb. 09/19h e dom. 10/18h.


- Omiyague Japan Houseware -  tapewares, porta-temperos, jogos de facas, louças e outras utilidades domésticas. Rua dos Estudantes, 64 - tel. 3208-2828.


Sushi Lika - para mim, é o melhor sushi do bairro. Esqueça rodízio. Lá, você terá um longo cardápio para escolher. A lula recheada dom shimeji e arroz, o rolinho de camarão empanado, o rolinho de spyce tuna e o sushi de atum gordo são de tirar o fôlego. Preço médio por pessoa: R$ 70,00. Rua dos Estudantes, 152 - tel. 3207-7435.

Rolinho de camarão empanado
Spyce tuna
Dupla de toro (atum gordo)

A minha SP: Restaurante Pasquale

 
Numa sexta-feira fria em São Paulo, não sabia para onde ir. Não queria me arrumar, não queria pegar trânsito e queria me sentir em casa. Traduzindo: o lugar precisava ser acolhedor o bastante para que eu ficasse extremamente à vontade e a comida, quente o suficiente para me fazer esquecer o que é um dia frio na terra da garoa. Pensei, pensei, querendo tirar alguma carta da manga ...  conclui que o que me faria feliz seria o lugar de sempre!
O Pasquale fica praticamente no meu quintal, tem um cardápio variado, pratos fartos (como gosto de pratos fartos, bem fartos!) e deliciosos. Como entrada, uma grata surpresa que ainda não havia experimentado: mexilhões frescos gigantes, com pão fresquinho para mergulhar no molho de tomate e cebola. Depois, para espantar o frio não poderia ter escolhido nada melhor do que rigatoni com molho de linguiça toscana e uma taça de vinho tinto para acompanhar. 
Os antepastos de lá também são muito bons e variados: caponata de beringela, queijo de cabra, azeitonas temperadas, copa. Destaque para a linguiça calabresa curada e a surreal, fantástica e cremosa burrata (mussarela originária da Puglia). Para o happy hour, acho perfeito.
De sobremesa, experimente o sorvete de limão siciliano.
Anote aí: Rua Amália de Noronha, 167 - tel 3081-0333 - seg/sáb., 12h às 24 h, sem intervalo - preço médio por pessoa: R$ 60,00.


17 de abril de 2010

Leve a canga para São Paulo: Parque Burle Marx


São Paulo é tão agitada, mas tão agitada, que é preciso esforço para encontrar algum refúgio de silêncio e paz. No fim-de-semana, impossível: praticamente todos os cantinhos já foram descobertos.
Mas numa segunda-feira pela manhã, sem o peso do dever nos ombros (traduza-se: férias!), encontrei um lugar calmo, para esticar minha canga, tomar sol e ler.
O parque Burle Marx, cujo paisagismo foi assinado por Roberto Burle Marx, foi inaugurado em 1955. Não é de fácil acesso, pois fica na Marginal Pinheiros, quase na Ponte João Dias. Você precisará de carro e, para parar dentro do parque, o estacionamento custa R$ 6,00. A mata garante sombra e ar fresco, e a proibição de animais de estimação, bicicletas, patins e bolas garante o silêncio. Bom passeio. Horário de abertura: seg./dom/, das 7h. às 19 h.

22 de março de 2010

Dicas de presentes para a Páscoa

Se quiser fugir do ovo de páscoa básico e inovar nos presentes, seguem algumas dicas.

Maria Brigadeiro - atualmente vende apenas sob encomenda, mas vai abrir uma loja em breve. Mas vá buscar sua encomenda pessoalmente, pois fica numa vila de casas linda e você será recebida com alguns exemplares dos deliciosos e macios brigadeiros. Os sabores Vinho do Porto (tradicional de chocolate com vinho do Porto na massa) e Peanut Butter (brigadeiro branco feito com pasta de amendoim e coberto com farofa de amendoim) são de matar!


Le Bonbon - a primeira loja e a fábrica ficam na minha cidade natal, Ribeirão Preto. Em São Paulo, a loja fica na Cristiano Viana. Indico muito a trufa de champagne e o Carre D'Apricot (pão de mel, com geléia de damasco, coberto com chocolate)... delírio puro!

The Cookie Shop - blog de uma cozinheira de mão cheia que virou também loja virtual. Eu ainda não experimentei nada, mas dessa Páscoa não passa. Foi muito bem recomendado. Sinceramente, se der uma olhada nas fotos do blog você vai concordar comigo que tudo parece delicioso, caprichado e perfeito!